UM SILENCIO QUE NÃO SILENCIA

1-Um prólogo ao Calvário da Letonia esquecida Não está claro ainda a todos que as memórias de Abraham Lincoln sobre a escravatura abolida, as histórias de servidão que reinava no Brasil e está reinando ainda hoje em alguns lugares da terra fora do "paraiso ver melho", são apenas uma sombra...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor principal: Ladusans, Stanislaus
Formato: Artículo
Lenguaje:español
Publicado: Universidad Autónoma de Nuevo León 2021
Acceso en línea:https://humanitas.uanl.mx/index.php/ah/article/view/1156
Descripción
Sumario:1-Um prólogo ao Calvário da Letonia esquecida Não está claro ainda a todos que as memórias de Abraham Lincoln sobre a escravatura abolida, as histórias de servidão que reinava no Brasil e está reinando ainda hoje em alguns lugares da terra fora do "paraiso ver melho", são apenas uma sombra, se considerarmos o atual regime escra vagista dos comunistas, que se apresenta como uma defesa dos operários e abolição de injustiças. Os povos oprimidos terrivelmente pelos comunistas não têm liberdade nem para falar: são povos do silêncio. Este silêncio, porém, é gritante pela crueldad de fatos. Pronuncia-se tragicamente pelo documentário de Alexandre Solzhenitsyn "Arquipélago Gulag", dedicado a todos aqueles a quem a vida não permitiu denunciar os horrores sofridos no "paraiso ver melho". Esta obra famosa, em que "não há personagens imaginários, nem acontecimentos imaginários", projeta luz também sobre o Calvário da Letônia, país báltico, se dois milhões e meio de habitantes. No mundo atual desespi ritualizado e alucinado por quantidades astronómicas, este povo, por ser nu mericamente inexpressivo, está condenado ao esquecimento. A verdade, porém, é evidente e não silencia: não existe um povo pequeno, quando o crime cometido contra a dignidades humana é enorme. Em que consiste este crime? O ilustram os fatos que vamos ver em seguida.
Descripción Física:HUMANITAS DIGITAL; Núm. 20 (1979): Humanitas Ene-Dic 1979; 41-46
2007-1620
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